Por resíduo entende-se tudo aquilo que remanesce, ou seja, que não é aproveitado nas atividades humanas e proveniente de indústrias, comércio e residências.

Ele classifica-se em:

  • Quando composto pelas atividades domésticas e comerciais de uma cidade. Geralmente, trata-se de restos de comida, papel, plástico, vidro e/ou metais – além de pilhas, baterias e/ou eletrônicos.
  • Proveniente de indústrias e hospitais. Neste caso, ressaltam-se os materiais de construção civil – como resíduos alcalinos, cinzas, lodos e/ou ácidos – além de seringas, agulhas, bisturis, ampolas e/ou materiais radioativos.

Devido à sua toxicidade, o lixo especial – em contraposição ao doméstico – é prejudicial à saúde da população e do meio ambiente e, por isso, possui um descarte diferente do que o em lixeiras comuns. Com capacidades inflamável, corrosiva, tóxica e radioativa, esses resíduos precisam de tratamento, manipulação e transporte específicos.

E, por esse motivo, quando trata-se da saúde e bem-estar de trabalhadores expostos a resíduos tóxicos existem inúmeros normas que procuram assegurá-los. Como, por exemplo, a RDC Nº 306/2004 que estabelece que os funcionários diretamente envolvidos com processos de higienização, coleta, transporte, tratamentos e armazenamento de resíduos devem passar por exames admissionais periódicos, de retorno ao trabalho, de mudança de função e demissionais.

Portanto, seja em hospitais, clínicas médicas ou indústrias, os empregadores devem fornecer à toda equipe os equipamentos de proteção necessários para evitar contaminações e, mais tarde, o desenvolvimento de doenças ocupacionais.

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Por Lana Gillies